segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A Rosa do Amanhã







Quando o acaso chegar
E banhar o teu véu acariciado pela aventura
De ser humana a condição lavrada
Nas têmperas das dores vividas,
Lembrarás, inevitavelmente,
Dos amores por um dia perseguidos
Numa juventude da flor da mocidade,
D’um outrora jamais esquecido.
E te contaminará de uma arrebatadora
Saudade de um tempo em que a maldade
Não abrigava nossos corpos impunes!
Íamos tão felizes sem o perceber...
Sendo que se esvaía o melhor do fruto
Com sabores finitos... De um gosto,
Que nunca e jamais apreciaríamos:
Este desejo infinito que foi as nossas vidas!





2 comentários:

  1. Há sem dúvida o impossível. Há sem dúvida o desejo. Há sem dúvida o infinito. E, sem dúvida, há poesia para alimentar a vida!
    Abraço carinhoso, poeta!

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    1. De nada adiantaria o infinito do universo, se não tivesse alguém para apreciá-lo, mesmo por um fugaz momento!


      Bjs! Minha Poetisa favorita!!!!

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